Tráfego pago para Construtoras
Atraia mais clientes para sua construtora: atacamos lançamentos com pressão de VGV e ciclo longo e ajudamos a gerar leads qualificados para os lançamentos.
Por que o CPL sozinho engana em lançamento imobiliário
Campanha de construtora é a que mais sofre com a métrica errada. O lead de imóvel na planta não vira venda no anúncio — ele vira visita ao decorado, e é lá que a venda acontece. Uma campanha com CPL de R$ 28 e 12% de comparecimento no stand entrega menos VGV que uma de R$ 90 com 45%. Quem otimiza pelo CPL corta justamente a segunda.
O ciclo agrava isso. Entre o primeiro clique e a assinatura passam de três a nove meses no médio padrão, e mais no alto. Se o relatório fecha no dia 30, a campanha de lançamento sempre parece cara — as vendas dela ainda não chegaram.
Dimensionar a verba a partir do VGV
A conta que a maioria não faz antes de abrir campanha, e que define se o orçamento tem chance de funcionar:
- VGV de R$ 60 milhões com ticket médio de R$ 400 mil são 150 unidades a vender.
- A conversão de lead para contrato em imobiliário fica entre 0,5% e 1,5% quando o atendimento é bom.
- Isso são de 10 a 30 mil leads ao longo do lançamento — não 800.
Com esse número na mesa, a discussão deixa de ser "quanto custa o lead" e passa a ser "esse volume cabe na praça e no time de corretores". Muito lançamento trava não por falta de mídia, mas porque a equipe não consegue atender o volume que a mídia gera.
Velocidade de atendimento é mídia
Lead de imóvel esfria em minutos, não em dias. A mesma verba rende o dobro quando o primeiro contato sai em até cinco minutos, e é comum encontrar operações com mídia bem feita e retorno em três horas — jogando fora metade do investimento antes de qualquer ajuste de campanha. Antes de mexer em segmentação, medimos o tempo de resposta.
Onde cada canal entra
O Meta Ads carrega a descoberta: quem vai comprar na planta raramente estava procurando naquele dia. O Google Ads pega quem já decidiu — "apartamento na planta em [bairro]", "lançamento [região]" — e faz uma defesa que quase sempre está aberta: o nome do próprio empreendimento. Portais e concorrentes compram esse termo, e a construtora perde o lead que ela mesma gerou com outdoor, stand e fachada.
Depois do pico de lançamento vem a fase de estoque remanescente, que é outro jogo: menos unidades, público mais específico, e criativo que precisa falar de unidade real com planta e andar — não do conceito do empreendimento.
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